A oposição e a mídia estão desesperadas!
Há razões para que a oposição e a mídia estejam desesperadas: os sucessos do governo Lula. Tanto que chegam a rogar pragas: afirmam que tudo que aconteceu de ruim no famigerado governo FHC, que fez o povo banir nas urnas o PSDB/PFL, do poder, vai se repetir no governo Lula.
Prevêem apagões, epidemias, caos na economia, desemprego, juros estratosféricos, miséria. O desespero é tão pungente que pasmem, meus amigos tem gente comemorando a queda na Bovespa, como ocorreu 2ªfeira, reclamando que queda de 6% é pouco, tem que chegar a mais de 10%; e ficaram indignados ontem, 22/1, porque a Bovespa fechou em alta de 4,45%. Eles estão vibrando com a possibilidade de que uma crise econômica mundial deflagrada pelos EUA atinja o Brasil, para abalar o ciclo virtuoso da economia conseguido pelo governo Lula. Incrível!
Tem gente resmungando que São Pedro é um traidor, pois está chovendo muito em todo o Brasil, e isso afasta o risco apagão. Outros reclamam da UNICEF, pois divulgou que houve uma queda acentuada na mortalidade infantil a partir de 2004, e o país melhorou 27 posições no ranking desse indicador (relatório "Situação Mundial da Infância 2008",divulgado em 22/1/2008). Dizem que a UNICEF está cheia de esquerdistas, que não devia divulgar esses dados que enaltecem o governo Lula.
Tem gente também reclamando de que há somente 11 casos confirmados de febre amarela, e 35 pessoas internadas porque tomaram duplamente a vacina,aterrorizadas pela mídia. Dizem que a mídia tem de inflar o número de pessoas contaminadas até 400, e não tocar no assunto dos que tomaram duplamente a vacina, que é uma oportunidade jogada fora de atacar o governo Lula.
A descoberta do megacampo de petróleo Tupi, pela Petrobras, foi sentida pelas oposição como um banho de água fria; agora desesperam-se com a nova descoberta da Petrobras na bacia de Santos, o campo Júpiter, que assegura ao país a auto-suficiência na produção de gás natural: choram lágrimas de sangue, tamanha a raiva. Uns dizem que tudo isso é mentira, outros dizem que é para encobrir a imensa epidemia de 11 casos de febre amarela. Tem gente bastante alucinada, enlouquecida, pedindo o golpe militar, pedindo que as FA boicotem todos os serviços essenciais, paralisem os céus, a terra e o mar, para impedir os avanços do governo Lula. Vou ser sincera: dou boas gargalhadas ao ler o desespero da oposição e da mídia.
O presidente está coberto de razão quando diz que a oposição está torcendo contra o seu governo; de fato, esses néscios estão torcendo contra o Brasil, estão torcendo contra o povo brasileiro. Mas o pior está por vir para a oposição e para a mídia tresloucada, pois chegaremos em 2010 sem apagão, sem crise econômica, sem FMI, com geração de emprego em alta,com juros em queda, sem inflação, com muitas obras do PAC realizadas, muitas em andamento.
A popularidade do presidente Lula estará lá nas alturas, e o presidente fará com tranqüilidade o seu sucessor. As fontes dessas citações da torcida do quanto pior melhor são os comentários nos blogs da oposição e de alguns blogueiros jornalistas inconformados com o sucesso do presidente Lula. Esses comentários eu faço questão de ler para me divertir muito.
(texto de Jussara Seixas, em seu blog Por um novo Brasil)
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quarta-feira, janeiro 23, 2008
segunda-feira, janeiro 14, 2008
País não corre risco de sofrer uma nova crise no setor elétrico
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu nesta segunda-feira (14) que o Brasil não corre o risco de sofrer uma nova crise no setor elétrico como o que enfrentou em 2001. "A questão energética vive de boatos", afirmou Lula em seu programa de rádio Café com o Presidente. "Todo dia tem boatos de que vai acontecer isso, vai acontecer aquilo. O dado concreto é que o Brasil está seguro de que não haverá apagão e de que não faltará energia para dar sustentabilidade ao crescimento que nós queremos ter", acrescentou.
Para garantir a normalidade do abastecimento em 2008 e em 2009 e evitar um possível apagão energético, o Ministério das Minas e Energia anunciou na semana passada uma série de medidas. Entre elas, está o imediato funcionamento de seis usinas térmicas a óleo no Sudeste para não comprometer os reservatórios da região em virtude das transferências de energia que estão sendo feitas para o Nordeste e o funcionamento, na segunda semana de fevereiro, de um gasoduto no Espírito Santo que permitirá o fornecimento de 5 milhões de metros cúbicos diários de gás para o Rio de Janeiro.
Lula disse que todo o esforço para não faltar energia será feito e que a prioridade no abastecimento de gás é para a geração de energia elétrica. "Se tiver sobrando gás, nós poderemos atender os carros, poderemos atender as empresas, mas é importante definir que a prioridade é produzir energia para atender aos interesses da sociedade brasileira", afirmou.
O presidente ressaltou que a construção da hidrelétrica do Rio Madeira vai garantir ainda mais o abastecimento de energia no país. "Nós estamos preparados para 2009, preparados para 2010. Com o começo da construção da hidrelétrica do Rio Madeira agora, nós estamos seguros de que não faltará energia no Brasil por um bom tempo", concluiu.
(Agência Brasil)
Para garantir a normalidade do abastecimento em 2008 e em 2009 e evitar um possível apagão energético, o Ministério das Minas e Energia anunciou na semana passada uma série de medidas. Entre elas, está o imediato funcionamento de seis usinas térmicas a óleo no Sudeste para não comprometer os reservatórios da região em virtude das transferências de energia que estão sendo feitas para o Nordeste e o funcionamento, na segunda semana de fevereiro, de um gasoduto no Espírito Santo que permitirá o fornecimento de 5 milhões de metros cúbicos diários de gás para o Rio de Janeiro.
Lula disse que todo o esforço para não faltar energia será feito e que a prioridade no abastecimento de gás é para a geração de energia elétrica. "Se tiver sobrando gás, nós poderemos atender os carros, poderemos atender as empresas, mas é importante definir que a prioridade é produzir energia para atender aos interesses da sociedade brasileira", afirmou.
O presidente ressaltou que a construção da hidrelétrica do Rio Madeira vai garantir ainda mais o abastecimento de energia no país. "Nós estamos preparados para 2009, preparados para 2010. Com o começo da construção da hidrelétrica do Rio Madeira agora, nós estamos seguros de que não faltará energia no Brasil por um bom tempo", concluiu.
(Agência Brasil)
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Acordo com a Bolívia deixa governo muito satisfeito
Como registrou Paulo Henrique Amorim, até a Míriam Leitão elogiou. Está cada vez mais difícil para a oposição, como já deixamos registrado aqui. O texto que se segue é do sempre lúcido Franklin Martins.
A avaliação do governo brasileiro é de que o resultado das negociações com o presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciado ontem, é extremamente positivo para o desenvolvimento e a consolidação das relações entre os dois países. Não só a questão do preço do gás foi resolvida de forma satisfatória para ambos os lados, como se abriu caminho para a realização de projetos importantíssimos que, em dez ou quinze anos, colocarão a integração entre Brasil e Bolívia num novo patamar.
A fórmula encontrada na questão do gás foi engenhosa. Politicamente permitiu aos dois países salvar a face. A Bolívia conseguiu o que queria: aumentou os preços. Atualmente, ela recebe US$ 4,20 por milhão de BTU (British Termal Unity). Pretendia elevar o preço para US$ 5, o mesmo pago pela Argentina. Na prática, o entendimento de ontem ficou a meio caminho entre as pretensões dos dois países: algo entre US$ 4,50 e US$ 4,60 . .
O Brasil também tem o que comemorar. Saiu da mesa de negociações com a garantia de fornecimento e a manutenção dos contratos anteriormente firmados. Tecnicamente, a Petrobras e a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos assinarão um aditivo aos antigos contratos, dando forma jurídica ao “pulo do gato” que permitiu o entendimento.
Pelo acordo, a Petrobrás passará a pagar um adicional sobre os gases mais nobres, como o etano e o GLP, que vêm junto com o metano usado nas usinas termoelétricas e nas fábricas de São Paulo. Na maioria dos países, os gases mais nobres, de alto valor, usados na indústria química ou nas cozinhas, são separados na origem. Na Bolívia, isso não era feito até agora. Por outro lado, tampouco a Petrobras fazia a segregação da matéria prima no Brasil. Certamente passará a fazê-lo agora que terá de pagar pelo que antes recebia de graça.
Para muitos especialistas, a fórmula deixa claro que está para sair do papel o projeto de montagem de um pólo gasoquímico perto na fronteira do Brasil e da Bolívia, que aproveitaria o etano como matéria prima para a produção de plásticos. O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, um dos principais negociadores pelo lado brasileiro, confirmou, em conversas reservadas, que essa é a idéia-mãe que permitiu o entendimento na questão dos preços.
O projeto terá três grandes acionistas: a Petrobras, a YPFB e a Braskem, empresa química do grupo Odebrecht. A avaliação é que o pólo, depois de consolidado, poderia gerar de 30 a 40 mil empregos diretos e indiretos na região, com enorme impacto na economia da Bolívia e de Mato Grosso do Sul.
Outros projetos também foram postos na mesa de negociações. Dois deles são especialmente importantes em termos da cooperação econômica. O primeiro, em fase de estudos bastante adiantada, prevê a construção de uma rodovia entre La Paz e o Norte do Brasil. A estrada não só permitiria um salto na integração física e econômica entre os dois países, como aproximaria os produtos brasileiros dos portos do Oceano Pacífico. O segundo projeto, ainda em fase embrionária, é o da construção de uma grande usina hidrelétrica no Rio Madeira, na fronteira entre os dois países. A empresa teria caráter binacional, nos moldes de Itaipu, onde Brasil e Paraguai são sócios.
Já do ponto de vista político, a avaliação do governo brasileiro é de que os entendimentos dos últimos dias foram importantíssimos, porque assentaram as bases para uma cooperação de longo prazo. Para o Brasil, isso é duplamente importante. Primeiro, porque o estreitamento das relações com a Bolívia gera inúmeras possibilidades econômicas e comerciais para o nosso país. Segundo, porque favorece o crescimento econômico e a estabilidade política da Bolívia, país com quem compartilhamos nossa fronteira mais extensa. São 3.500 quilômetros que tanto podem nos unir como nos separar, tanto podem trazer progresso como imensas dores de cabeça. Ter um sócio, um parceiro e um amigo ao longo de uma fronteira tão extensa é muito melhor do que ter de conviver com um vizinho problemático, ressentido e instável na casa ao lado.
A avaliação do governo brasileiro é de que o resultado das negociações com o presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciado ontem, é extremamente positivo para o desenvolvimento e a consolidação das relações entre os dois países. Não só a questão do preço do gás foi resolvida de forma satisfatória para ambos os lados, como se abriu caminho para a realização de projetos importantíssimos que, em dez ou quinze anos, colocarão a integração entre Brasil e Bolívia num novo patamar.
A fórmula encontrada na questão do gás foi engenhosa. Politicamente permitiu aos dois países salvar a face. A Bolívia conseguiu o que queria: aumentou os preços. Atualmente, ela recebe US$ 4,20 por milhão de BTU (British Termal Unity). Pretendia elevar o preço para US$ 5, o mesmo pago pela Argentina. Na prática, o entendimento de ontem ficou a meio caminho entre as pretensões dos dois países: algo entre US$ 4,50 e US$ 4,60 . .
O Brasil também tem o que comemorar. Saiu da mesa de negociações com a garantia de fornecimento e a manutenção dos contratos anteriormente firmados. Tecnicamente, a Petrobras e a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos assinarão um aditivo aos antigos contratos, dando forma jurídica ao “pulo do gato” que permitiu o entendimento.
Pelo acordo, a Petrobrás passará a pagar um adicional sobre os gases mais nobres, como o etano e o GLP, que vêm junto com o metano usado nas usinas termoelétricas e nas fábricas de São Paulo. Na maioria dos países, os gases mais nobres, de alto valor, usados na indústria química ou nas cozinhas, são separados na origem. Na Bolívia, isso não era feito até agora. Por outro lado, tampouco a Petrobras fazia a segregação da matéria prima no Brasil. Certamente passará a fazê-lo agora que terá de pagar pelo que antes recebia de graça.
Para muitos especialistas, a fórmula deixa claro que está para sair do papel o projeto de montagem de um pólo gasoquímico perto na fronteira do Brasil e da Bolívia, que aproveitaria o etano como matéria prima para a produção de plásticos. O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, um dos principais negociadores pelo lado brasileiro, confirmou, em conversas reservadas, que essa é a idéia-mãe que permitiu o entendimento na questão dos preços.
O projeto terá três grandes acionistas: a Petrobras, a YPFB e a Braskem, empresa química do grupo Odebrecht. A avaliação é que o pólo, depois de consolidado, poderia gerar de 30 a 40 mil empregos diretos e indiretos na região, com enorme impacto na economia da Bolívia e de Mato Grosso do Sul.
Outros projetos também foram postos na mesa de negociações. Dois deles são especialmente importantes em termos da cooperação econômica. O primeiro, em fase de estudos bastante adiantada, prevê a construção de uma rodovia entre La Paz e o Norte do Brasil. A estrada não só permitiria um salto na integração física e econômica entre os dois países, como aproximaria os produtos brasileiros dos portos do Oceano Pacífico. O segundo projeto, ainda em fase embrionária, é o da construção de uma grande usina hidrelétrica no Rio Madeira, na fronteira entre os dois países. A empresa teria caráter binacional, nos moldes de Itaipu, onde Brasil e Paraguai são sócios.
Já do ponto de vista político, a avaliação do governo brasileiro é de que os entendimentos dos últimos dias foram importantíssimos, porque assentaram as bases para uma cooperação de longo prazo. Para o Brasil, isso é duplamente importante. Primeiro, porque o estreitamento das relações com a Bolívia gera inúmeras possibilidades econômicas e comerciais para o nosso país. Segundo, porque favorece o crescimento econômico e a estabilidade política da Bolívia, país com quem compartilhamos nossa fronteira mais extensa. São 3.500 quilômetros que tanto podem nos unir como nos separar, tanto podem trazer progresso como imensas dores de cabeça. Ter um sócio, um parceiro e um amigo ao longo de uma fronteira tão extensa é muito melhor do que ter de conviver com um vizinho problemático, ressentido e instável na casa ao lado.
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